sábado, 5 de fevereiro de 2011
Preciso do mundo ao meu redor
"Preciso do mundo ao meu redor mas não posso abrir mão do meu mundo interno." Esta frase eu escrevi pra mim mesma dia destes enquanto filosofava sobre a vida. Nunca fez tanto sentido pra mim. Sou uma pessoa bem interativa. Adoro conhecer gente nova, viajar, descobrir lugares e pessoas. Mas estou adorando desbravar as minhas entranhas. Ai, Deinha, que forte isto! Pois é. Muito forte. Mas real. Tenho entendido o quanto eu adoro ficar comigo mesma um tempinho, fazendo nada, lendo, ficando atirada, com preguiça, rabiscando, pensando em tudo ou tentando pensar em nada (esta é a parte mais difícil). Tenho tentado dormir mais (pelo menos umas 7 horas por noite) e, aos finais de semana, desisti simplesmente de me angustiar com uma lista de coisas pra fazer. Me permito não ter listas e, às vezes, ficar em casa boa parte do domingo. Claro, tomar um café com as amigas, dar uma voltinha para arejar as ideias. Isto vale. Não vale ter agenda fixa no fim de semana. Engraçado é que este meu movimento de abrir meu mundo para coisas novas lá fora tem aberto, ao mesmo tempo, muito do meu mundo interior. Tenho descoberto coisas curiosas em mim que, tenho certeza, nem os amigos mais chegados sonhavam existir. Estou surpreendendo as pessoas e, claro, eu mesma. E estou adorando abrir esta caixinha e ver tudo o que eu tinha escondido nas gavetas. Umas coisas foram fora. Algumas criaturas que estavam escondidas, como a Pollyana, a Sofrenilda e a Caótica, foram gentilmente convidadas e darem uma volta sem volta. No espaço que sobrou, tenho colocado novas ideias, novas Andréas e novas perspectivas. Este movimento, meus caros, não é só meu. Não sei se trata-se de uma conjunção astral, mas o mundo das pessoas que compartilham o meu mundo tem mudado - e muito. Vejo que elas (nem todas, ok) estão decididas a mudar, a respirar e a buscar coisas novas para suas vidas. Parece uma onda gostosa que vem lavando o passado e trazendo bons fluidos para um futuro bem leve e sem rugas na testa. Tomara que este mundo externo continue mudando. E que cada um destes ciclos provoque ainda mais a deinha mexida com quem eu estou adorando conviver. Bom fim de semana! (desta vez, com sol) \o/
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Treino sobreviventes
São Paulo é uma terra de sobreviventes. Digo isto porque quem vem pra cá não caiu nestas bandas por acaso. Sabia o que a selva de pedra poderia oferecer e os riscos de se adentrar neste mato. Veio porque de alguma forma já considerava-se forte o suficiente para viver esta experiência. Minha vinda pra São Paulo, não canso de dizer, tem me tornado uma pessoa mais forte e, espero, madura. Assim como o ritual de passagem do interior do RS para a Porto Alegre representou um passo bem importante na minha vidinha, estar aqui tem me feito diferente e me apresentado Andréas que eu, confesso, desconhecia. Fico tentando encontrar a origem destas mudanças todas e achei algumas respostas na fala de uma grande e nova amiga (que também SP me deu), a Mariana. Ela já passou por todas as etapas imagináveis das vidas corporativas. Trabalhou cercada de leões (e de outros tantos bichos), cresceu, aprendeu e decidiu, de forma segura e serena, que aquilo não servia mais. Queria outra coisa, novas perspectivas. Mas enquanto estava vivendo estas experiências, conseguiu sobreviver e, acreditem, viver. Fez isto porque encontrou forças, não sabe bem onde, para treinar sobreviventes como ela. Ou seja, não teve, ao longo destes anos todos, a pretensão de passar a mão na cabeça e carregar no colo marmanjos corporativos. Dizia ela às suas equipes: "eu sou uma sobrevivente e, portanto, treino sobreviventes". Ou seja, se você não sabe bem o que quer, se gosta de se esconder atrás de máscaras ou da velha e conhecida postura de vítima, não tem espaço pra você neste mundo, meu caro. Uma postura dura. Arrogante? Ou honesta? Olhando pra trás, a Deinha de uns poucos anos anteriores a veria como alguém sem sentimentos, dura e exagerada na "dose". Hoje, vejo como alguém que conseguiu fazer várias pessoas crescerem de verdade. Tratou-as como gente, como adultos, afinal, delegou, puxou, desafiou. Pegou pela mão, sim, nas horas difíceis, até porque ela também precisou de um apoio naquele momento. E sabia disto. Nem por isto tornou-se um homem ou deixou de sorrir. Eu diria que ela é uma das pessoas mais femininas, leves e independentes que eu conheço. E isto, acreditem, não é uma incoerência. Tenho certeza de que as "marianas" não têm passado em vão pela minha vida, muito menos neste momento tão revelador. Ao me contar com entusiasmo estas e outras histórias, ela me sacode e escancara o quanto eu cresci e o tanto que eu ainda tenho pra evoluir em relação às pessoas próximas. À família, aos amigos e, claro, a minha equipe, que literalmente sobreviveu comigo à muitas tempestades nos últimos tempos. A Andréa meio mãezona que habitou este corpinho nas últimas três décadas está meio cansada e, espero, deve passar férias permanentes no Cazaquistão. E isto não me tornará mais infeliz ou dura. Pelo contrário. Tem tudo para liberar coisas boas - e, por tabela, me livrar de uma bagagem incrivelmente pesada que tenho carregado nas minhas costas (o, ok, porque eu quis) nos últimos tempos. Minha vida com asas está se mostrando bem mais interessante. E ter ao meu redor, por livre e espontânea vontade, outros pássaros que não tiveram as asas podadas, ah, isto sim, vale ouro.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Pausa para respirar
Quem acompanha o blog (o pai do Fábio, o Sérgio, por exemplo, que eu ainda não conheço, mas já admiro), deve ter percebido o meu leve desaparecimento dos últimos dias. Fiquem tranquilos. Eu não fui sequestrada e não viajei para o Butão (ainda...). Estava respirando, curtindo um momento importante e me permitindo não me cobrar tanto. Coloquei como meta pessoal escrever um texto por dia no blog. Super bacana pela questão da disciplina e pelo exercício de ir jogando "no papel" as minhas ideias. Mas transgredir também tem sido uma máxima na minha vida. Transgredir, surpreender, planejar menos, deixar a vida me levar. Pior, eu estou adorando a ideia. A Andréa sempre super "certinha" e planejada surpreendeu a si mesma nos últimos tempos. Dia destes, cheguei num evento de um cliente querido apenas para curtir e parabenizar a equipe que trabalhou comigo (brilhantemente) no projeto. Eu não fiquei espiando cada pedacinho da história, mandando as pessoas fazerem isto ou aquilo nem critiquei um ou outro detalhe que possam ter saído diferente "do que eu teria feito". Consegui delegar mais, controlar menos e, com isto, causei uma certa ansiedade nas pessoas. Divertido isto. Como assim, a Andréa não vai querer saber / controlar tudo tudo? Não. Vai querer saber, acompanhar o necessário. Vai querer uma equipe mais independente e madura. Vai fazer uma festa de casamento "colaborativa", construída por uma comissão de amigos maravilhosos, envolvendo-se minimamente nos detalhes da história. Nossa, tirei umas duas toneladas das costas com estas decisões dos últimos dias. Engraçado que as pessoas não estão me reconhecendo muito. Confesso que nem eu estou. Mas estou adorando re-descobrir esta Andréa que estava sufocada e doida pra sair e respirar um pouco. Tomara que ela consiga borboletear por aí e que, agora que se permitiu sair do casulo, consiga voar mais leve e colorida. :)
* pra compensar a minha ausência dos últimos dias, acabei "cuspindo" três textos assim, no susto. Estão todos aí, como sempre, sem revisão nem críticas. Eu simplesmente os deixo sair. E depois vejo no que dá. Simples assim.
* pra compensar a minha ausência dos últimos dias, acabei "cuspindo" três textos assim, no susto. Estão todos aí, como sempre, sem revisão nem críticas. Eu simplesmente os deixo sair. E depois vejo no que dá. Simples assim.
Sempre há tempo
Ontem à noite eu fui prestigiar o aniversário de 40 anos de um amigo que eu admiro muito. Na verdade, o Adriano tem sido, ao longo dos últimos anos, uma bela fonte de inspiração profissional e pessoal. Um cara bacana, do bem, super inteligente e instigador. Construiu sua carreira e a vida com muita luta e uma certa dose de ousadia. Ele escreve maravilhosamente bem. Tem um texto gostoso, leve, que abraça o leitor. Tudo de bom. Ontem ele estava radiante. Parecia uma criança numa festa de aniversário daquelas com muitos amigos e com direito a balão surpresa. Tocou com uma banda, homenageou companheiros de jornadas, os filhotes (um casal de gêmeos lindo), a esposa. Se emocionou, fez um resgate da sua história (do Rio Grande do Sul para o Japão, do Japão para SP bla bla bla). O guri é um desbravador, inquieto, sorridente. Ele emana luz. Olhando pra ele, eu pude me dar conta do quanto eu me permiti, na vinda pra São Paulo, me aproximar / reaproximar de um monte de pessoas bacanas e que, se não fosse minha vinda pra cá, teria perdido a oportunidade ímpar de conviver / aprender com cada uma delas. Assim como o Adriano, que super me acolheu quando eu liguei assustada dizendo que estava por estas bandas, outras tantas pessoas que eu conheci ao longo dos últimos três anos literamente mudaram a minha vida. Conheci meu marido (ok, é gaúcho, mas o conheci em SP) e fiz um bando de novos amigos em um curto espaço de tempo. Pra quem pensa que não é possível recomeçar, eu digo que tenho certeza de que é. Eu aprendi a viver em um outro time. Aprendi a pedir colo e a ligar para novas pessoas em busca de companhia na cidade enorme de pedra. Aprendi que posso sofrer aqui ou em Cachoeira (com o trânsito, o clima, o estilo de vida) ou que posso optar por não sofrer e aprender a viver de um jeito mais leve. Estou vivendo uma fase bem importante da minha vida e digo, sem sombra de dúvidas, que, além dos meus amigos de longa data que eu amo e valorizo demais, os novos amigos dos últimos anos (sempre há tempo para descobri-los) também têm vibrado com a minha história e têm alimentado em mim meus melhores sentimentos. A todos eles que têm me ajudado a me tornar uma Deinha melhor, eu agradeço com todo o meu amor. Vocês são minhas fontes de inspiração e de vida!
Corrente do bem
Eu ando bem mexida com as histórias das chuvaradas pelo Brasil. Quase não assisto TV (aliás, não tinha nenhuma até a semana passada, quando herdei um exemplar), mas é impossível passar imune à enxurrada de informações visuais. O que me chamou a atenção nesta tristeza toda foi a capacidade de superação das pessoas diante das desgraças. Parece que surge uma força não sei de onde e os seres humanos, nestas horas, lembram que são gente e que podem se ajudar. Surge uma corrente do bem. Todo mundo reconstruindo, confortando, ajudando. Parece que estamos assistindo a um filme. Mas é real. Em São Paulo, aparentemente, as pessoas não têm tempo pra se ajudarem muito. Talvez nem seja má vontade. Falta tempo e a percepção do quanto pode ser simpático e agradável fazer algo de bom para um vizinho ou mesmo um desconhecido. Mas algumas criaturas nos últimos tempos têm que mostrado que "tem jeito sim", como eu costumo dizer. Dia destes tive problema com meu carro. Em segundos, como se estivessem de plantão dentro dos boeiros, pipocaram pessoas dispostas a ajudar. Tudo muito rápido e espontâneo. A menina de um casal que parou para ajudar cuidou da bicicleta do outro voluntário que apareceu também. No posto de gasolina em que eu aguardava o guincho, fui super paparicada pelos frentistas, preocupados com meu bem-estar pelo calor da tarde. Ontem, espiando apartamentos por aí, um casal super simpático, com dois filhinhos, parou quando nos viu anotando telefones nas portarias de um prédio e comentou que estavam vendendo o apartamento deles. Não sabiam quem éramos nem o que fazíamos. E nos convidaram para subir e expuseram a casa e suas vidas assim, com uma tranquilidade e amorosidade absurda. Noutra casa, fomos praticamente obrigados a tomar um café. As pessoas estavam felizes porque tinham visita. Taxistas do bairro, porteiros, idem. Contentes pela oportunidade de ajudar. Vibrando com o nosso momento. Por outro lado, um senhor sem noção de outro prédio veio tirar satisfações enquanto falávamos com o porteiro para saber quem éramos (leia-se: de que família, que linhagem, que profissão, estirpe, raça, partido político). Comentou que parecia muito estranho um casal sair fazendo perguntas para os porteiros assim, "sem corretor". Pobre homem. Ele até me tirou do sério, eu confesso. Resgatou um pouco da Deinha primitiva e furiosa. Mas só por algum tempo. Colocando na balança estas poucas histórias que acabo de contar, dá até pena de pessoas assim, que não conseguem enxergar a grandiosidade de trocar, interagir, ajudar e reaprender conceitos e experiências através dos outros.
* Tomei da liberdade de ilustrar este post com a foto de uma jóia que eu curti horrores quando vi. O pingente foi desenhado pela Patrícia Centurion, que tem um atelier de jóias e design divino em São Paulo. Eu a conheci durante o último TED Women e adorei a energia do lugar e das peças que ela desenha. Pra mim, trata-se de uma jóia de verdade por "n" motivos. Por ser exclusiva, simples, clean, por ter sido desenhada por alguém tão especial e, claro, por representar uma flor de lotus, símbolo da elevação e expansão espiritual. Tudo de bom.
* Tomei da liberdade de ilustrar este post com a foto de uma jóia que eu curti horrores quando vi. O pingente foi desenhado pela Patrícia Centurion, que tem um atelier de jóias e design divino em São Paulo. Eu a conheci durante o último TED Women e adorei a energia do lugar e das peças que ela desenha. Pra mim, trata-se de uma jóia de verdade por "n" motivos. Por ser exclusiva, simples, clean, por ter sido desenhada por alguém tão especial e, claro, por representar uma flor de lotus, símbolo da elevação e expansão espiritual. Tudo de bom.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Seres que inspiram
Ontem eu fiz uma apresentação para a equipe comercial de um cliente querido. Vários engenheiros sentadinhos e eu ali, na frente, falando, falando. Eles? Ouvindo, anotando, interagindo. Uau. Que delícia. Sabe por que isto aconteceu? Porque eu estava muito inspirada e porque estava realmente apaixonada pelas coisas que mostrava. Depois, pra fechar com chave de ouro, jantei com o cliente que, além de diretor comercial, é uma pessoa destas raras que passam por nós e ficam. Paizão, mega profissional, esportista, com muita clareza sobre a vida. Divagamos horas sobre o projeto, as perspectivas e, claro, sobre as nossas histórias. Incrível, mas hoje eu me permito falar de algumas coisas minhas com pessoas para quem / com quem eu trabalho. E não tenho a menor culpa a respeito. Esta Deinha versão 2011 não para de me surpreender... Ele, assim como alguns outros clientes que eu tenho orgulho de ser também amiga, tem uma visão bem bacana do seu papel na Humanidade. Mega crítico e inquieto (como eu), não quer se acomodar e, depois dos 50 anos, decidiu aprender a tocar piano. Parei pra pensar no quanto algumas pessoas me instigam, me inspiram. Há pouco, uma amiga mega poderosa (e agora mãe de família) me ligou para falar sobre a vida de casada e a alegria de estar se permitindo ser tão independente e esposa feliz ao mesmo tempo. Tem uma filhinha linda (e calminha, serena). Ela também me inspira. Como tantas outras criaturas que, sem querer, servem de exemplo e me fazem pensar que tudo pode ser mais simples e descomplicado. Sei que também acabo sendo um pouco modelo pra um monte de gente. Isto me assusta, me incomoda. Mas tenho começado a enxergar que tem um lado bom nisto tudo. Se eu conseguir "contaminar" uma ou duas pessoas vez ou outra com uma energia boa, se eu conseguir "puxar" pra cima e mostrar o que elas têm de bom (tem um bando de especialistas em mostrar o lado negro dos outros - tô fora), puxa, me agrada. É por isto que eu estou cada vez mais segura que só quero por perto pessoas inspiradoras de verdade, com seus defeitos e qualidades e que busquem hoje algo melhor que ontem. Gente parada, desanimada, doente, "sofrenilda" não me serve. Tenho até um pinguinho de pena. Mas rapidinho já passa. Preciso ser sacudida, provocada. Isto sim, gosto muuuito.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Casei pelo Face
Justo eu, a pessoa que se achava mais "certinha" e tradicional do planeta, me rendi às redes sociais e, graças a elas, acabei "me casando" hoje de forma rápida e indolor, sem a presença de padre, juiz (nem a do noivo, que foi pra praia). Bastou um click e tudo mudou. Telefone tocando e comentários bombando na rede. Senhor!!! Eu só apertei um botão! What? Sim, foi mais ou menos assim que começou o primeiro capítulo da minha nova história. Uma quase novela romântica (eu disse romântica, não mexicana, ok?) que, como boa parte dos últimos dois anos, não poderia ter seguido os trâmites ditos normais. Meu novo marido (será que o status do face tem validade legal?) surgiu para bagunçar a minha vidinha. E eu pra afinar a dele. Passamos direto de uma relação que não ia nem vinha para a condição de casados. Não ainda por escrito, mas com muita clareza nas nossas cabeças. Ele pediu uma confirmação pelo Facebook. E eu disse sim. Um pedido de casamento on line. Tudo muito rápido. Tudo bem intenso. Tá, Andréa, e agora? Sei lá. Não sei como vai ser amanhã, não escolhi as cores da cortina nem o modelo do meu vestido (sim, deve ter casamento na igreja mais na frente). Não sei como serão os nomes dos nossos filhos, nem se daqui a 30 anos estaremos juntos. Mas sei que hoje eu estou feliz e vivendo plenamente esta história. Estou curtindo o "hoje", como me ensinou a minha mãe, me divertindo com a repercussão da "travessura" do facebook e tentando organizar as minhas ideias. As fichas não caíram todas ainda, mas eu estou serena e centrada. Não teve serenata na janela e o príncipe veio numa motinho sem banco. Construímos juntos esta história tentando minimizar nossos medos e as nossas síndromes de super herois. Eu, menos Pollyanna. Ele, menos super homem. Simplesmente duas criaturas de carne, osso e emoções que decidiram dar uma chance a uma nova vida. Outra hora eu conto mais. Deixa eu respirar antes. Queridos amigos, fiquem tranquilos. Os convites estarão na rede assim que definirmos data e local da festa :)
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